Sinopse: Jean-Luc Champollion é aquilo a que os franceses chamam um homme à femmes. O encantador proprietário de uma galeria bem-sucedida ama a arte e a vida, é muito sensível ao encanto das mulheres, que de bom grado lho retribuem, e vive num dos bairros da moda de Paris, em perfeita harmonia com o seu fiel dálmata Cézanne. Tudo corre bem até que, uma da manhã, Jean-Luc encontra no correio um envelope azul, e a sua vida muda para sempre. A missiva é uma carta de amor, ou melhor, uma das declarações de amor mais apaixonadas que o galerista já viu, mas não vem assinada: a misteriosa autora decidiu esconder-se e convida-o a descobrir quem é. Jean-Luc fica inicialmente confuso, mas decide alinhar. A remetente anónima forneceu-lhe um endereço de e-mail e desafia-o a responder. Mas a tarefa não é fácil. Em breve, Jean-Luc tem apenas um objetivo: descobrir a identidade da caprichosa desconhecida, que parece conhecer muito bem os seus hábitos e gosta de o provocar incessantemente. Assombrado pelas suas palavras, Jean-Luc segue as pistas dispersas na correspondência, cada vez mais incapaz de resistir à mais doce das armadilhas. O objeto da sua paixão existe apenas no papel e na sua imaginação, mas ele sente conhecer melhor esta mulher do que os quadros expostos na sua galeria, mesmo que nunca tenha visto o seu rosto. Ou será que viu?
Sinopse: Jean-Luc Champollion é aquilo a que os franceses chamam um homme à femmes. O encantador proprietário de uma galeria bem-sucedida ama a arte e a vida, é muito sensível ao encanto das mulheres, que de bom grado lho retribuem, e vive num dos bairros da moda de Paris, em perfeita harmonia com o seu fiel dálmata Cézanne. Tudo corre bem até que, uma da manhã, Jean-Luc encontra no correio um envelope azul, e a sua vida muda para sempre. A missiva é uma carta de amor, ou melhor, uma das declarações de amor mais apaixonadas que o galerista já viu, mas não vem assinada: a misteriosa autora decidiu esconder-se e convida-o a descobrir quem é. Jean-Luc fica inicialmente confuso, mas decide alinhar. A remetente anónima forneceu-lhe um endereço de e-mail e desafia-o a responder. Mas a tarefa não é fácil. Em breve, Jean-Luc tem apenas um objetivo: descobrir a identidade da caprichosa desconhecida, que parece conhecer muito bem os seus hábitos e gosta de o provocar incessantemente. Assombrado pelas suas palavras, Jean-Luc segue as pistas dispersas na correspondência, cada vez mais incapaz de resistir à mais doce das armadilhas. O objeto da sua paixão existe apenas no papel e na sua imaginação, mas ele sente conhecer melhor esta mulher do que os quadros expostos na sua galeria, mesmo que nunca tenha visto o seu rosto. Ou será que viu?
Sinopse: "Há um século, aqueles que sabiam ler sabiam também situar-se no espaço e no tempo. Hoje, já não é assim. Todos os ocidentais se transformaram, na sua grande maioria, em homens sem passado, sem memória. Por um irónico paradoxo, nunca se falou tanto do «dever de memória» como nestes tempos de esquecimento, porque é bem sabido que só se insiste numa qualidade quando esta está esquecida. Juntemos a isto um desprezo mercantilista pelo longo prazo e o culto do imediatismo, e compreenderemos que a nossa modernidade fabrica mais consumidores e praticantes do zapping intermutáveis e de «filhos da publicidade» do que cidadãos responsáveis, desejosos de compreender e de construir. Será possível entender a actualidade sem referências históricas, estando, como estão sempre, os acontecimentos mais actuais enraizados no longo prazo? Como situar, por exemplo as guerras do Iraque sem jamais ter ouvido falar da Mesopotâmia? As imagens chocam-nos sem nos envolverem. Vemos tudo, em tempo real, em directo, mas não compreendemos nada. Donde a ideia simples, simultaneamente ambiciosa e modesta, de escrever um livro bastante curto que fosse uma narração da história do mundo, mas firmemente cronológico para todos os leitores que desejam «orientar-se» e situar o seu destino pessoal na grande história colectiva, heróica e trágica, absurda ou plena de sentido da espécie humana. Eis, pois, um resumo da história da humanidade; rudimentar, mas cheio de abordagens surpreendentes e questões impertinentes; conto verídico no qual o leitor poderá encontrar interpretações de factos que não são discutíveis. Destina-se a ser lido por todos, especialmente aqueles que sabem que devem procurar na História a explicação para muitos dos acontecimentos que vivemos no dia a dia."