O Botequim da Liberdade

Como Natália Correia marcou, a partir de um pequeno bar de Lisboa, o Século XX Português

O Botequim da Liberdade

Como Natália Correia marcou, a partir de um pequeno bar de Lisboa, o Século XX Português

Quando a crise não é geradora de grandes audácias, mais indicado é dar- lhe o nome de agonia. - Natália Correia 13 de Setembro - 90º aniversário nascimento de Natália Correia A última grande tertúlia de Lisboa - que marcou culturalmente, politicamente várias décadas portuguesas - teve lugar no Botequim, bar do Largo da Graça criado e projectado por Natália Correia. Nele fizeram-se, desfizeram-se revoluções, governos, obras de arte, movimentos cívicos; por ele passaram presidentes da República, governantes, embaixadores, militares, juízes, revolucionários, heróis, escritores, poetas, artistas, cientistas, assassinos, loucos, amantes em madrugadas de vertigem, de desmesura. A magia do Botequim tornava-se, nas noites de festa, feérica. Como num iate de luxo, navegava-se delirantemente (é uma viagem assim que neste livro se propõe) em demanda de continentes venturosos, de ilhas de amores a encontrar. O futuro foi ali, como em nenhuma outra parte do País, festivamente antecipado - nunca houve, nem por certo haverá, nada igual entre nós.


Fernando Dacosta nascido em Angola é romancista, dramaturgo, conferencista e jornalista. Fixado em Lisboa, cursa Letras e inicia-se no jornalismo e na literatura. Integrou as redacções de Flama, Diário de Lisboa, Diário de Notícias, O Jornal, Público e Visão. Tem mais de 25 obras publicadas entre as quais se destacam a peça Um jipe em segunda mão, sobre a guerra colonial (Prémio de Teatro da RTP, da Associação Portuguesa de Críticos, da Casa da Imprensa), o romance O Viúvo (Grande Prémio Círculo de Leitores-Ler), as narrativas Moçambique, todo o sofrimento do mundo (prémios Gazeta e Fernando Pessoa), Os Retornados mudaram Portugal (Prémio Clube Português de Imprensa), Máscaras de Salazar e Os Mal-Amados, e o álbum Salazar: Fotobiografia. Em 1995 foi agraciado com a Ordem do Infante D. Henrique e, em 2013, eleito sócio-correspondente da Academia das Ciências de Lisboa.

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Ano de Edição / Impressão / 2013
Número Páginas / 336

Dimensões / 235 x 22 x 157 mm
ISBN / 9789724621951
Editora / CASA DAS LETRAS
Autor
Nascido em Luanda, de onde foi em criança para o Alto-Douro, Fernando Dacosta fixou-se depois em Lisboa iniciando-se no jornalismo e na literatura. Integrou redacções de órgãos de comunicação como Flama, Diário de Lisboa, Diário de Notícias, O Jornal, Público, Visão. 
Foi director dos Cadernos de Reportagem. Tem mais de 25 obras publicadas entre as quais se destacam a peça Um Jipe em Segunda Mão, sobre a guerra colonial (Grande Prémio de Teatro RTP e prémio da Associação Portuguesa de Críticos de Teatro), os romances O Viúvo (Grande Prémio Círculo de Leitores/Ler), Os Infiéis, as narrativas Moçambique, Todo o Sofrimento do Mundo (prémios Gazeta e Fernando Pessoa), Máscaras de Salazar, Os Retornados Mudaram Portugal (Prémio Clube Português de Imprensa), O Botequim da Liberdade e Viagens Pagãs.
Em 1995, recebeu a Ordem do Infante D. Henrique e, em 2013, eleito sócio-correspondente da Academia das Ciências, Secção de Letras, de Lisboa.
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