Sinopse
A Viúva de Windsor tem como ponto de partida a morte o Príncipe Filipe, no Castelo de Windsor, a poucas semanas de completar um século de idade e após 73 anos de casamento com Isabel II, a protagonista deste livro e uma das figuras mais admiráveis, e admiradas, da história mundial. Recuamos então à tenra idade de uma princesa que jamais esperara vir a ser rainha, ao curto e polémico reinado do seu tio, Eduardo VIII, e à coroação do seu pai, Jorge VI, a quem Isabel sucederá no trono aos 25 anos. Profundamente conhecedor do tema da monarquia, o embaixador José de Bouza Serrano reconstitui nestas páginas alguns dos episódios mais marcantes do reinado mais duradouro da Grã-Bretanha. Conta-nos como, num complexo diálogo interior entre o dever enquanto soberana e as responsabilidades de chefe da Igreja Anglicana, Isabel II se foi debatendo ao longo das décadas com as difíceis opções sentimentais da única irmã e de três dos quatro filhos, tratando-as com a devida compreensão familiar, mas, antes de mais, como potenciais ameaças ao futuro da dinastia e da instituição monárquica. Atravessando dois séculos de mudanças profundas, tanto do ponto de vista social como político, este é o retrato de uma mulher notável e irrepetível que se manteve sempre fiel à Coroa e que, consciente do seu inestimável pesosimbólico, nunca se esqueceu de preservar a aura de mistério própria dos grandes monarcas. Não saberemos nunca o que a Rainha pensa sobre os mais variados assuntos, desde logo sobre as múltiplas partidas que o destino lhe pregou ou a obra dos numerosos governos que lhe juraram lealdade, mas essa é uma característica absolutamente inseparável do fascínio que continua a exercer nos comuns mortais de todo o mundo.
Ler mais Ler menos

Detalhes

  • ISBN: 9789896614898
  • Editora: OFICINA DO LIVRO
  • Ano de Edição / Impressão: 2022
  • Dimensões: 234 x 156 x 34 mm
  • Páginas: 512

PROMOÇÕES ATIVAS

Novidades
O autor
José de Bouza Serrano nasceu em Lisboa a 20 de Julho de 1950. Licenciado em Direito, ingressou na carreira diplomática em 1978 e esteve colocado nas embaixadas de Madrid, Bruxelas, Santa Sé, Ordem Soberana e Militar de Malta, Copenhaga e Haia, nas duas últimas como embaixador. Foi chefe do Protocolo do Estado e inspector-geral da Inspecção-geral Diplomática e Consular do Ministério dos Negócios Estrangeiros, funções em que se reformou em 2020. Entre outros cargos, foi adjunto dos secretários de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação e Desenvolvimento, do ministro dos Negócios Estrangeiros, chefe de gabinete do secretário de Estado da Cultura, vice-presidente do Instituto Camões e assessor do primeiro-ministro. Foi agraciado com numerosas condecorações nacionais e estrangeiras, entre as quais as grã-cruzes das Ordens do Infante D. Henrique e do Mérito, de Portugal; de Dannebrog, da Dinamarca; de Orange-Nassau, dos Países Baixos; de São Gregório Magno, da Santa Sé; da Coroa do Carvalho, do Luxemburgo; de Graça e Devoção da Ordem Soberana e Militar de Malta; comendas de Isabel a Católica e Mérito Civil, de Espanha; cavaleiro de Santo Olavo, da Noruega, entre outras. É académico honorário da Academia Portuguesa da História.
Ler mais Ler menos