Porquê Ler os Clássicos?

Um clássico é um livro que nunca acabou de dizer o que tem a dizer
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Letras

Porquê Ler os Clássicos?

Um clássico é um livro que nunca acabou de dizer o que tem a dizer
Livro recomendado PNL2027 dos 12-14 anos - leitura fluente

Os clássicos são livros de que se costuma ouvir dizer: «Estou a reler…» e nunca: «Estou a ler…»
Um clássico é um livro que nunca acabou de dizer o que tem a dizer.
Os clássicos são livros que quanto mais se julga conhecê-los por ouvir falar, mais se descobrem como novos, inesperados e inéditos ao lê-los de facto.
Chama se clássico um livro que se configura como equivalente do universo, tal como os antigos talismãs.
O nosso clássico é o que não pode ser-nos indiferente e que nos serve para nos definirmos a nós mesmos em relação e se calhar até em contraste com ele.

A partir destas e de outras definições de clássicos que nos oferece no primeiro capítulo, Calvino vai dar resposta à pergunta que dá o título a este livro, numa série de brilhantíssimos ensaios que percorrem alguns dos pontos mais altos da literatura e do pensamento mundiais. A Odisseia, Xenofonte, Ovídio, Plínio, o Velho, Tirant lo Blanc, Ariosto, Galileu, Robinson Crusoe, Cândido, Diderot, Stendhal, Balzac, Dickens, Flaubert, Tolstoi, Henry James, Robert Louis Stevenson, Conrad, Hemingway, Borges e muitos outros autores e obras definitivamente clássicos.


«Nesta obra de Calvino só faltará, talvez, a referência a um outro clássico indiscutível. Ele próprio.»
Notícias Magazine

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Ano de Edição / Impressão / 2015
Número Páginas / 288

Dimensões / 235 x 21 x 157 mm
ISBN / 9789722058087
Editora / DOM QUIXOTE
Autor
Italo Calvino nasceu em Cuba, a 15 de outubro de 1923. Passou praticamente toda a sua vida em Itália, excetuando os treze anos em que viveu em Paris. Faleceu em Siena, a 19 de setembro de 1985. 
Calvino estudou em San Remo até aos 20 anos, ingressando então na Resistência contra o fascismo e a ocupação nazi, depois de aderir ao Partido Comunista, que abandonou em 1957. Terminada a Segunda Guerra Mundial, instalou-se em Turim, começando a trabalhar na Einaudi, que depressa se transformou numa das principais editoras italianas do pós-guerra. 
Já trabalhava como consultor literário quando concluiu a sua licenciatura em Letras. Com O Atalho dos Ninhos de Aranha (1947) – a que se seguiu, em 1949, Ultimo Viene il Corvo e, em 1952, O Visconde Cortado ao Meio, primeiro romance da sua trilogia fantástica Os Nossos Antepassados – deu início a uma surpreendente carreira literária, que viria a consagrá-lo como um dos maiores escritores italianos do século XX.