A Criação do Mundo

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A Criação do Mundo

Livro recomendado PNL2027 dos 15-18 anos - leitura fluente

Um romance autobiográfico na obra de Torga que é um clássico da literatura portuguesa contemporânea. «Querido leitor: vais ler de uma assentada, se a maciez do texto te não desanimar, os seis dias desta «Criação do Mundo», que foram aparecendo nas montras separadamente, à medida que iam decorrendo. Livro temerariamente concebido na mocidade, imprevisível na trama e no rumo, só o tempo lhe podia dar corpo e remate, traçando-lhe o enredo e marcando-lhe a duração.» Neste livro, Torga, primeiro escritor a receber o prémio Camões, narra as principais lembranças de sua vida, como a infância em Trás-os-Montes, as paisagens do campo, sua primeira viagem pela Europa dominada pelo fascismo, o encontro em Paris com exilados políticos portugueses, as rebeliões contra o Estado Novo, a guerra civil espanhola, e até a sua experiência nas cadeias de Salazar.


Miguel Torga, pseudónimo literário de Adolfo Correia Rocha, nasceu em São Martinho de Anta, Trás-os-Montes, a 12 de Agosto de 1907, e faleceu em Coimbra, a 17 de Janeiro de 1995. Formado em Medicina pela Universidade de Coimbra, colaborou na revista Presença, e dirigiu as revistas Sinal e Manifesto. Em 1976 foi distinguido com o Grande Prémio Internacional de Poesia das Bienais Internacionais de Knokke-Heist, em 1980 com o Prémio Morgado de Mateus, em 1981 com o Prémio Montaigne (Alemanha), em 1989 com o Prémio Camões e em 1992 com os prémios Vida Literária da Associação Portuguesa de Escritores e Figura do Ano da Associação dos Correspondentes da Imprensa Estrangeira, bem como o Prémio Écureuil de Literatura Estrangeira (Bordéus). A sua obra encontra-se traduzida em diversas línguas.

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Metas Curriculares
Metas Curriculares
Ano de Edição / Impressão / 2013
Número Páginas / 560

Dimensões / 235 x 37 x 155 mm
ISBN / 9789722051736
Editora / DOM QUIXOTE
Autor
Miguel Torga, pseudónimo literário de Adolfo Correia Rocha, nasceu em São Martinho de Anta, Trás-os-Montes, a 12 de Agosto de 1907, e faleceu em Coimbra, a 17 de Janeiro de 1995.
Formado em Medicina pela Universidade de Coimbra, colaborou na revista Presença, e dirigiu as revistas Sinal e Manifesto.
Em 1976 foi distinguido com o Grande Prémio Internacional de Poesia das Bienais Internacionais de Knokke-Heist, em 1980 com o Prémio Morgado de Mateus, em 1981 com o Prémio Montaigne (Alemanha), em 1989 com o Prémio Camões e em 1992 com os prémios Vida Literária da Associação Portuguesa de Escritores e Figura do Ano da Associação dos Correspondentes da Imprensa Estrangeira, bem como o Prémio Écureuil de Literatura Estrangeira (Bordéus).
A sua obra encontra-se traduzida em diversas línguas.