A Zona de Desconforto

Uma história pessoal

A Zona de Desconforto

Uma história pessoal
Nas suas próprias palavras, Jonathan Franzen era o tipo de rapaz que tinha medo de aranhas, bailes do liceu, urinóis, professores de música, bumerangues, de raparigas populares - e dos pais. Não tinha nada contra os miúdos totós, a não ser o pânico de que o tomassem por um deles, destino que resultaria para ele na imediata Morte Social. Encarando a puberdade da mesma forma que um mestre falsário encara uma encomenda particularmente difícil, fingia-se um tipo que dizia muitas vezes "merda" com a maior naturalidade e que não gostava de fazer cálculos na sua nova calculadora Texas Instruments de seis funções. A Zona de Desconforto é a memória íntima que Franzen guarda do seu crescimento dentro de uma pele hipersensível, de "uma pessoa pequena e fundamentalmente ridícula", passando por uma adolescência estranhamente feliz, até um adulto de paixões fortes e inconvenientes. A sua história pessoal de uma juventude vivida no Midwest e uma idade adulta vivida em Nova Iorque é condimentada pela mesma mistura de ironia e afecto que caracteriza a sua ficção; o resultado é um retrato fascinante de um americano que harmoniza de forma ímpar a razão e o coração.
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Ano de Edição / Impressão / 2012
Número Páginas / 232

Dimensões / 235 x 15 x 155 mm
ISBN / 9789722048996
Editora / DOM QUIXOTE
Autor

Jonathan Franzen nasceu a 17 de Agosto de 1959, no Illinois, e vive em Nova Iorque.

“Correcções” foi classificado como «o grande romance do século», tendo conseguido o reconhecimento da crítica e do público. Em 2010, o seu romance “Liberdade” apareceu em todas as principais listas de jornais e revistas como o livro do ano. Oprah Winfrey e Barack Obama recomendaram-no vivamente e juntaram-se assima uma extensa lista, encabeçada pelo The New York Times, que considera este romance uma «obra-prima da ficção americana». Em agosto do mesmo ano, Franzen foi capa da revista Time – uma honra que não era concedida a um autor vivo há uma década – com as palavras «O Grande Romancista Americano» em grande destaque. “Purity” é o seu mais recente romance e é considerado uma obra-prima para os nossos tempos, moralmente complexos.