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Aquitânia

Em 1137 o duque de Aquitânia – a região mais rica de França – aparece morto. O seu corpo tem um suspeito tom azulado, que indicia uma ancestral tortura normanda. A filha do duque, Leonor, acredita que o mandante é nada menos do que o próprio rei, Luis VI, que há muito cobiça o ducado.
Aos 13 anos Leonor engendra a vingança. E para o fazer decide meter‑se na boca do lobo, casando com Luis VII, filho e herdeiro do homem que matou o seu pai. Mas também o rei de França é assassinado e em iguais circunstâncias. Os jovens recém-casados, de repente, ascendem ao trono. Começa aqui a saga daquela que se tornaria a mulher mais poderosa da Europa na Idade Média, que morreria placidamente aos 82 anos, depois de ter sido rainha de França e Inglaterra. É uma história real, plena de intriga, sangue e sexo, a meio caminho entre O Nome da Rosa e A Guerra dos Tronos.
Num ritmo trepidante, acompanhamos as maquinações de uma jovem que acumulou e rejeitou maridos, e subiu ao poder graças a uma enorme astúcia e determinação – e com a ajuda dos gatos aquitanos, a sua implacável rede de espiões.
Romance histórico meticulosamente documentado, ganhou o Prémio Planeta, reafirmando assim o mérito literário de uma das escritoras mais populares em Espanha.
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Novidade / -10% Promoção válida de 2021-10-12 a 2022-01-19
Ano de Edição / Impressão / 2021
Número Páginas / 392

Dimensões / 234 x 26 x 157 mm
ISBN / 9789892352435
Editora / LUA DE PAPEL
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Autor
Eva G. Sáenz de Urturi é atualmente uma das mais conhecidas autoras espanholas. Viu o seu primeiro romance, La Saga de los Longevos, ser rejeitado por várias editoras. Acabou por publicá-lo numa edição de autor, que se tornaria um sucesso na Amazon. Foi o primeiro passo para o reconhecimento internacional.
Em 2014 saiu Los Hijos de Adán, e ainda o romance histórico Pasaje a Tahití. Em 2016, e após ter ingressado na Academia de Polícia, publicou O Silêncio da Cidade Branca, primeira obra de uma trilogia protagonizada pelo profiler Kraken.
O thriller, além de aclamado pela crítica, tornou-se um enorme sucesso comercial – com mais de um milhão de exemplares vendidos só em Espanha, foi traduzido em mais de 30 países e também adaptado ao cinema. Seguiram-se Os Rituais da Água e Os Senhores do Tempo. Em 2020 recebeu o Prémio Planeta pelo romance histórico Aquitânia, sucedendo a Javier Cercas.