Aventuras de João Sem Medo

Aventuras de João Sem Medo

João Sem Medo habita na aldeia Chora-Que Logo-Bebes, cujos habitantes vivem presos à tradição de que tanto se orgulham: chorar de manhã à noite. Um dia, o nosso herói decide saltar o Muro que protege a aldeia da Floresta Branca, local onde «os homens, perdidos dos enigmas da infância, haviam estalado uma espécie de Parque de Reserva de Entes Fantásticos». Tem assim início uma viagem surpreendente, na qual João Sem Medo se irá cruzar com bichas de sete cabeças, gigantes de cinco braços, fadas, bruxas, animais que falam, e ainda com o mítico Príncipe das Orelhas de Burro. História fantástica que recorre ao imaginário mágico, por vezes de inspiração surrealista, este romance de José Gomes Ferreira é um prodígio de efabulação e engenho narrativo. Uma obra intemporal que continua a arrebatar tanto adolescentes como adultos.


José Gomes Ferreira (1900-1985) poeta e ficcionista, nasceu no Porto, mas viveu quase toda a sua vida em Lisboa. Lutador antifascista, começa em 1931 a sua longa carreira de «poeta militante», militante da poesia total, «misto de cavaleiro andante, profeta, jogral, vate, bardo, jornalista, comentador à guitarra de grandes e horríveis crimes», como ele próprio se qualificou. A sua importante obra poética foi reconhecida com o Grande Prémio de Poesia da Sociedade Portuguesa de Escritores.

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Ano de Edição / Impressão / 2013
Número Páginas / 176

Dimensões / 209 x 12 x 137 mm
ISBN / 9789722053433
Editora / DOM QUIXOTE
Promoções Ativas: Oferta de portes CTT48
Autor
Poeta e ficcionista, José Gomes Ferreira nasceu no Porto, em 1900, tendo vindo para Lisboa aos 4 anos.
Licenciado em Direito, trabalhou como cônsul na Noruega (em Kristiansund) entre 1926 e 1929. Esta época e vivências estiveram na génese do seu livro de contos Tempo Escandinavo, publicado em 1969. Regressando a Lisboa, dedica-se ao jornalismo e à tradução de filmes. Colaborou em vários jornais e revistas e esteve ligado ao grupo do Novo Cancioneiro, estando sempre próximo dos seus companheiros neo-realistas. Lutador antifascista, começa em 1931 a sua longa carreira de «poeta militante», militante da poesia total, «misto de cavaleiro andante, profeta, jogral, vate, bardo, jornalista, comentador à guitarra de grandes e horríveis crimes», Como ele próprio se qualificou. Recebeu o Grande Prémio de Poesia da Sociedade Portuguesa de Escritores e o Prémio da Casa da Imprensa. Faleceu em Lisboa,1985.