BIS - Em Busca do Carneiro Selvagem

Livro de bolso
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BIS - Em Busca do Carneiro Selvagem

Livro de bolso
Ambientado numa atmosfera japonesa, mas com um pé no noir americano, Murakami tece uma história detectivesca onde a realidade é palpável, dura e fria, e seria a verdade de qualquer um, não fosse um leve pormenor: é uma realidade absolutamente fantástica.
Um publicitário divorciado, que tem um caso com uma rapariga de orelhas fascinantes, vê-se envolvido, graças a uma fotografia publicitária, numa trama inesperada: alguém quer que ele encontre um carneiro! Mas não é um carneiro qualquer. É um animal que pode mudar o rumo da história. Um carneiro sobrenatural...
Murakami dá a esta estranha história um tom que só um oriental pode imprimir a uma crença, fazendo-a figurar como um facto da realidade. Coloca, de uma forma genial, a fantasia na aridez do mundo real.

Vencedor dos Prémios Noma, Tanizaki e Yomiuri.
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Ano de Edição / Impressão / 2016
Número Páginas / 376

Dimensões / 191 x 20 x 125 mm
ISBN / 9789896603946
Editora / LEYA
Autor
Haruki Murakami é, cada vez mais, um autor de culto, lido por todas as gerações e procurado com especial curiosidade pelos jovens leitores. Em maio de 2012, recebeu o doutoramento Honoris Causa pela Universidade do Havai. 
O seu livro O Impiedoso País das Maravilhas e o Fim do Mundo foi distinguido com o prestigiado Prémio Tanizaki.

É um dos escritores japoneses contemporâneos mais divulgado em todo o mundo, sendo, simultaneamente, aplaudido pela crítica, que o considera um dos “grandes romancistas vivos” The Guardian e a “mais peculiar e sedutora voz da moderna ficção” Los Angeles Times.

“Um escritor notável... Murakami apreende o sofrimento comum que dilacera os corações e apoquenta as mentes nos nossos dias.”
Jay McInerney

“Como é que Murakami consegue fazer poesia ao escrever sobre a vida contemporânea e as emoções do nosso dia a dia?”
Independent on Sunday

“As suas fantasias , povoadas de referências explícitas à literatura de cordel e à música ocidental, retêm uma beleza de sentimentos.”
The Guardian