Está a Fazer-se Cada Vez Mais Tarde

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Está a Fazer-se Cada Vez Mais Tarde

Com este romance epistolar – “uma pequena comédia humana de bolso” na definição irónica do autor – Tabucchi renova uma ilustre tradição narrativa, embora rompendo os seus códigos e subvertendo o género.
Ora com ternura, ora com sensualidade, nostalgia, remorso, paixão, rancor, raiva ou delírio, dezassete personagens masculinas através de dezassete cartas a outras tantas figuras femininas, tecem os fios de uma insólita trama narrativa feita de círculos concêntricos que parecem alargar-se para o nada, pobres vozes monologantes ávidas de uma resposta que não chegará nunca. A essas cartas responde por fim, recolhendo as diversas vivências num romance epistolar polifónico, uma voz feminina distante e implacável, e ao mesmo tempo a transbordar de compaixão.
O conjunto é um extraordinário percurso por entre as paixões humanas, onde o amor é um ilusório ponto central, na realidade ponto de fuga que conduz às regiões mais obscuras da alma.
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Novidade / -10% Promoção válida de 2021-07-08 a 2021-10-27
Ano de Edição / Impressão / 2021
Número Páginas / 256

Dimensões / 235 x 17 x 157 mm
ISBN / 9789722072557
Editora / DOM QUIXOTE
Promoções Ativas: Novidades
Autor
Antonio Tabucchi (1943-2012) nasceu em Pisa, onde estudou, primeiro na Faculdade de Letras e depois na Scuola Normale Superiore.
Ensinou nas Universidades de Bolonha, Roma, Génova e Siena. Foi Visiting Professor no Bard College de Nova Iorque, na École de Hautes Études de Paris e no Collège de France.
Publicou 27 livros, entre romances, contos, ensaios e textos teatrais. Os seus livros estão traduzidos em mais de 40 idiomas. Recebeu numerosos prémios nacionais e internacionais. Sozinho, ou com Maria José de Lancastre, traduziu para italiano a obra de Fernando Pessoa.
Considerando que a sua pátria é também a língua portuguesa, escreveu um romance em português, Requiem, 1991. O Fio do Horizonte, Nocturno Indiano, Afirma Pereira e Requiem foram adaptados ao cinema respectivamente por Fernando Lopes, Alain Corneau, Roberto Faenza e Alain Tanner.