Homens Sem Mulheres

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Homens Sem Mulheres

O que têm em comum os Beatles, Hemingway, François Truffaut, Woody Allen, Tchékhov, um rapaz chamado Gregor Samsa, um médico doente de amor e o dono de um bar de jazz? Haruki Murakami, pois claro. São sete os contos que dão forma ao mais recente livro: Homens sem Mulheres. Sete homens desencantados e a contas com a solidão. Sete histórias de solidão, mágoa e luto que desafiam os lugares- -comuns sobre o amor. Sete maneiras de traduzir a mesma melancolia, enquanto lá fora «a chuva continua a cair, provocando no mundo inteiro um interminável calafrio». Mas não se deixem enganar: este livro está repleto de mulheres: desejadas, sonhadas, traídas, ouvidas, invocadas, incompreendidas, sobrevalorizadas, eternamente amadas e perdidas para sempre. Um dia, o leitor corre o risco de se transformar num homem sem mulheres. Depois não digam que não avisámos.

«Que ninguém duvide: a fantasia transbordante de Murakami dispõe ainda de material suficiente para surpreender os seus leitores com obras curtas.» 
FRANKFURTER ALLGEMEINE ZEITUNG
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Ano de Edição / Impressão / 2017
Número Páginas / 256

Dimensões / 235 x 18 x 157 mm
ISBN / 9789897418105
Editora / CASA DAS LETRAS
Autor
Haruki Murakami é, cada vez mais, um autor de culto, lido por todas as gerações e procurado com especial curiosidade pelos jovens leitores. Em maio de 2012, recebeu o doutoramento Honoris Causa pela Universidade do Havai. 
O seu livro O Impiedoso País das Maravilhas e o Fim do Mundo foi distinguido com o prestigiado Prémio Tanizaki.

É um dos escritores japoneses contemporâneos mais divulgado em todo o mundo, sendo, simultaneamente, aplaudido pela crítica, que o considera um dos “grandes romancistas vivos” The Guardian e a “mais peculiar e sedutora voz da moderna ficção” Los Angeles Times.

“Um escritor notável... Murakami apreende o sofrimento comum que dilacera os corações e apoquenta as mentes nos nossos dias.”
Jay McInerney

“Como é que Murakami consegue fazer poesia ao escrever sobre a vida contemporânea e as emoções do nosso dia a dia?”
Independent on Sunday

“As suas fantasias , povoadas de referências explícitas à literatura de cordel e à música ocidental, retêm uma beleza de sentimentos.”
The Guardian