O Som e a Fúria

O Som e a Fúria

Livro recomendado PNL2027 dos 15-18 anos - leitura fluente

O Som e a Fúria é a tragédia da família Compson, apresentando algumas das personagens mais memoráveis da literatura: a bela e rebelde Caddy, Benjy, o filho varão, o assombrado e neurótico Quentin; Jason, o cínico brutal, e Dilsey, o criado negro. Com as suas vidas fragmentadas e atormentadas pela história e pela herança, as suas vozes e ações enredam-se para criar o que é, sem dúvida, a obra-prima de Faulkner e um dos maiores romances do século XX.
William Faulkner afirmou muitas vezes que O Som e a Fúria era o romance mais próximo do seu coração porque era o que lhe tinha causado mais sofrimento e angústia a escrever. Neste magnífico romance, publicado pela primeira vez em 1929, Faulkner criou a «menina dos seus olhos», a bela e trágica Caddy Compson, cuja história nos conta através dos monólogos separados dos seus três irmãos: Benjy, o idiota; Quentin, o suicida neurótico; e o monstruoso Jason.
O Som e a Fúria é o seu quarto romance e a primeira das suas obras- primas indiscutíveis, aquela que, mais do que qualquer outra, confirmou Faulkner como figura central da literatura do século XX.

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Ano de Edição / Impressão / 2012
Número Páginas / 288

Dimensões / 235 x 19 x 155 mm
ISBN / 9789722048828
Editora / DOM QUIXOTE
Autor
William Faulkner nasceu em New Albany, no Mississípi, a 25 de Setembro de 1897. Frequentou a Universidade do Mississípi e, em 1918, Alistou-se na Royal Air Force do Canadá.
Depois de ter viajado pela Europa durante 1925-26, fixou residência em Oxford, no Mississípi, onde teve vários empregos enquanto tentava afirmar-se como escritor. O seu primeiro romance, A Recompensa do Soldado, viria a ser publicado ainda em 1926.
Aclamado por romances como O Som e a Fúria (1929), Na Minha Morte (1930), Luz em Agosto (1932), Absalão, Absalão! (1936) e Os Ratoneiros (1962), Faulkner recebeu o Prémio Nobel de Literatura em 1949. Anos mais tarde, em 1957-58, foi escritor residente na Universidade da Virgínia.
Morreu a 6 de Julho de 1962. Pouco tempo depois da sua morte, foi-lhe atribuído o Prémio Pulitzer 1962.