Ouve a Canção do Vento / Flíper, 1973

2 livros num só

Ouve a Canção do Vento / Flíper, 1973

2 livros num só
Ao fim de trinta e sete anos, Murakami publica os seus dois primeiros romances no Ocidente.

Durante a primavera de 1978, o jovem Haruki Murakami, quando chegava a casa já tarde, depois de mais um dia de trabalho no seu clube de jazz, começou a sentar-se todas as noites à mesa da cozinha, a escrever. O resultado foram duas novelas marcantes – Ouve a Canção do Vento e Flíper, 1973 – que lançaram a carreira de um dos mais aclamados autores da literatura mundial contemporânea.
Estes dois pequenos romances impressivos, em tom de fábula, que por vezes roçam o surreal pelos laivos de ficção científica que os povoam, abordam o quotidiano de dois jovens – o narrador cujo nome nunca chegamos a conhecer e o seu amigo Rato –, perpassado por solidão, obsessão e erotismo. Apresentando uma galeria pela qual desfilam uma rapariga com quatro dedos na mão esquerda, um escritor inventado, o dono de um bar que ouve as confissões de todos os que nele buscam refúgio, um par de gémeas e... gatos, estes dois textos contêm o embrião de todas as características que singularizaram e atravessam todas as obras-primas de Murakami, incluindo alguns dos seus mais recentes livros.
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Ano de Edição / Impressão / 2016
Número Páginas / 336

Dimensões / 235 x 23 x 157 mm
ISBN / 9789897415029
Editora / CASA DAS LETRAS
Autor
Haruki Murakami é, cada vez mais, um autor de culto, lido por todas as gerações e procurado com especial curiosidade pelos jovens leitores. Em maio de 2012, recebeu o doutoramento Honoris Causa pela Universidade do Havai. 
O seu livro O Impiedoso País das Maravilhas e o Fim do Mundo foi distinguido com o prestigiado Prémio Tanizaki.

É um dos escritores japoneses contemporâneos mais divulgado em todo o mundo, sendo, simultaneamente, aplaudido pela crítica, que o considera um dos “grandes romancistas vivos” The Guardian e a “mais peculiar e sedutora voz da moderna ficção” Los Angeles Times.

“Um escritor notável... Murakami apreende o sofrimento comum que dilacera os corações e apoquenta as mentes nos nossos dias.”
Jay McInerney

“Como é que Murakami consegue fazer poesia ao escrever sobre a vida contemporânea e as emoções do nosso dia a dia?”
Independent on Sunday

“As suas fantasias , povoadas de referências explícitas à literatura de cordel e à música ocidental, retêm uma beleza de sentimentos.”
The Guardian