Palmeiras Bravas / Rio Velho

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Palmeiras Bravas / Rio Velho

Duas narrativas entrelaçadas compõem um dos mais sublimes e pungentes romances do Prémio Nobel da Literatura.

Neste romance intenso e belo, Faulkner entrelaça duas absorventes narrativas, cada uma iluminando a outra com grande subtileza. Na primeira, Palmeiras Bravas, uma mulher abandona marido e filhos para embarcar com o amante numa arrebatada fuga para o deserto da paixão ilícita, deixando para trás as responsabilidades da maternidade e de uma vida respeitável. A segunda, Rio Velho, conta-nos a história de sobrevivência de um condenado que foge da prisão e que, enfrentando a grande cheia de 1927 do rio Mississípi, arrisca a sua liberdade para resgatar uma mulher grávida prestes a dar a luz.

A partir destas duas histórias – que o autor organizou em capítulos alternados –, Faulkner compõe uma sinfonia de libertação e condenação, sobrevivência e auto-sacrifício. Um romance engenhoso e inovador, com uma prosa de suster a respiração, e em que todas as páginas estão impregnadas com a presença física do Sul imaginário de Faulkner.
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Novidade / -10% Promoção válida de 2019-02-25 a 2019-06-12
Ano de Edição / Impressão / 2019
Número Páginas / 304

Dimensões / 235 x 20 x 157 mm
ISBN / 9789722066785
Editora / DOM QUIXOTE
Autor
William Faulkner nasceu em New Albany, no Mississípi, a 25 de Setembro de 1897. Frequentou a Universidade do Mississípi e, em 1918, Alistou-se na Royal Air Force do Canadá.
Depois de ter viajado pela Europa durante 1925-26, fixou residência em Oxford, no Mississípi, onde teve vários empregos enquanto tentava afirmar-se como escritor. O seu primeiro romance, A Recompensa do Soldado, viria a ser publicado ainda em 1926.
Aclamado por romances como O Som e a Fúria (1929), Na Minha Morte (1930), Luz em Agosto (1932), Absalão, Absalão! (1936) e Os Ratoneiros (1962), Faulkner recebeu o Prémio Nobel de Literatura em 1949. Anos mais tarde, em 1957-58, foi escritor residente na Universidade da Virgínia.
Morreu a 6 de Julho de 1962. Pouco tempo depois da sua morte, foi-lhe atribuído o Prémio Pulitzer 1962.