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ZALATUNE

Em Ínsula, uma ilha perdida algures no Mediterrâneo, os estrangeiros são inimigos, a procriação é uma missão patriótica (e, por isso, todas as mulheres são obrigadas a ter pelo menos dois filhos), a pena capital foi reinstaurada e a Internet foi substituída por uma Intranet insular. Naquele que parece ser um regime político verdadeiramente democrático, a vida do primeiro-ministro é acompanhada por câmaras 24 horas por dia, para garantir a total transparência do poder, e são os cidadãos que decidem o futuro do país, sentados no conforto do sofá, através de referendos online. em 2034, está na mão dos eleitores dar luz verde à decisão de construir um muro e expulsar de vez todos os imigrantes. Só que o passado insiste em perseguir-nos e o desígnio traçado trinta anos antes por uma criança está prestes a cumprir-se: as pessoas estão a desaparecer e, para trás, deixam um único rasto, um pedaço de papel onde se lê Parti para Zalatune. O que está a acontecer? Para onde vão as pessoas que desaparecem? Estará a existência de Ínsula condenada? Numa trama viciante, Nuno Gomes Garcia apresenta-nos uma história que combina mistério, conspiração política, ódio visceral e ainda um amor proibido entre duas pessoas que deveriam detestar-se.
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Ano de Edição / Impressão / 2021
Número Páginas / 280

Dimensões / 233 x 17 x 155 mm
ISBN / 9789898975751
Editora / MANUSCRITO EDITORA
Autor
Nuno Gomes Garcia (Matosinhos, 1978) estudou História e foi arqueólogo. Vive em Paris.
O Homem Domesticado é o seu terceiro romance, depois de O Dia em Que o Sol Se Apagou (2015) – finalista do Prémio LeYa – e de O Soldado Sabino (2012).